O Navio

scriptu em Escrito pelas estrelas by Djabal Friday November 16, 2007

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“Só deixei no cais a multidão,

a terra dos mortais,

a confusão,

Navego sem farol,

 sem agonia…distante;

E vou nesta corrente,

na maré,

 no escuro da menor consolação

Acordo a meio do mar que me arrepia,

e foge…. 

A minha paixão é a loucura. 

Ando…

Numa viagem perdida,

o navio anda a deriva,

Sozinho.

Não é grande o mal,

bem pouco dura;

e quando…

Afundar a minha vida,

se calhar sou prometida…do Mundo.”

 Pedro Ayres Magalhães

One Response to “O Navio”

  1. Anny Says:

    Oi Djabal:
    Que poema lindo e triste.
    Abraço.

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