Intuição: a dedução e o discurso
“Não há outro conhecimento que não o intuitivo. A dedução e o discurso, impropriamente chamados conhecimentos, são apenas instrumentos que conduzem à intuição. Quando esta é atingida, os meios utilizados para atingi-la apagam-se diante dela.”
Jean-Paul Sartre, apud Pascal Ide in A arte de pensar, através de Paulo Neves

December 4th, 2007 at 9:22 pm
Sartre me fascina.
December 4th, 2007 at 10:00 pm
“Ignorar convida a tentar. A ignorância é um devaneio e o devaneio curioso é uma força. Saber, desconcerta às vezes, e desaconselha muitas.(…) Tais casos, digamo-lo de passagem, são a exceção, e tudo isto não tira nada à ciência, que fica sendo regra. O ignorante pode achar, só o sábio inventa”. p.230, Os Trabalhadores do Mar, Victor Hugo
praticamente o contrário… ah, esse mundo literário me fascina!
beijos
December 5th, 2007 at 1:38 pm
O caráter intuitivo esta muito mais relacionado ao ser do homem. Ou seja, aquilo que ele é e que não precisa ser preenchido. O conhecimento , está na esfera da consciência e aí é preciso buscá-lo.Ele descompreende o ser.
Puxa vida, refletir Sartre é partir em busca da descompreensão do ser.
December 31st, 2007 at 12:19 pm
Fascinante a forma como as verdades são ditas por meios diversos. Assim como o Uno, Indivisível e Maior Verdade do universo é conhecida por tantos nomes, convenientes a cada cultura, a intuição também toma forma moldada na maneira de ser expressada. Fica, então, o caminho do coração mais uma vez marcado como sendo o Tao, a trilha do meio, a certeza, a paz dos atos praticados e de suas consciensiosas consequências… Enfim: a intuição como certeza de se estar usando a via certa - o caminho do coração.