A segunda vinda
A rodar e a rodar no giro que se alarga,
O falcão já não pode ouvir o falcoeiro.
Desagrega-se tudo: o centro não segura;
Está solta no mundo a simples anarquia;
Está solta a maré escura do sangue, e em toda parte
A cerimônia da inocência se afogou;
Falta aos melhores convicção, enquanto os piores
Estão cheios de ardor apaixonado.
Turning and turning in the widening gyre
The falcon cannot hear the falconer;
Things fall apart; the centre cannot hold;
Mere anarchy is loosed, and everywhere
The ceremony of innocence is drowned;
The best lack all conviction, while the worst
Are full of passionate intensity.
W.B.Yeats através de Péricles Eugênio da Silva Ramos.
