Nautilus
Estamos acostumados a olhar para um Nautilus de uma determinada maneira. A imagem que ele forma em nossa mente é clássica. Elegante. Uma espécie de miniatura do mundo. Com suas linhas que tanto podem nos lembrar do eterno retorno; da eterna espiral ascendente do nosso conhecimento;do mistério indevassável da criação; ou ainda nos lembrar da via láctea. Em síntese, todas as lembranças são encantadoras. Sonhadoras. Servem para aqueles que gostam de ouvir o barulho marinho mesmo estando nos lugares mais rústicos, insalubres e cosmopolitas, lembrando dos seus antepassados mais remotos.
O que dizer de alguém que além daquelas imagens nos diz que a arte é um pouco mais que isso ? A arte que desbrava novas fronteiras, que abre novas perspectivas e que acima de tudo nos tira do conforto habitual mostrando que sempre existirá uma nova forma de ver e de pensar. A vida não dá trégua. Mesmo a vida representada numa foto. Nada poderia existir de mais realista que uma foto.
Depende. Depende dos olhos de quem vê. Uma imagem como essa é um tributo à inteligência e a beleza. O seu autor? Brett Weston. Genial.
