NÃO FUNCIONA - n10 - NO EIXO RIO / GOTHAM SAMPA
Monday July 30th 2007, 12:24 pm
Arquivado em: sarrafo escrito por Paloma Kliss

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Terça agora (31/07) tem lançamento da revista Não Funciona n.10
no Espaço dos Parlapatões / Praça Roosevelt, a partir das 18:00, com abertura do músico Léo de Abreu e recital com autores que já participaram da revista em sua trajetória; enquanto lá no RJ (na mesma data) ocorrerá na Livraria Letras & expressões / Leblon, a partir das 24:00, no Corujão, com programação tradicional do evento. Como trata-se de uma ocasião um tanto especial atingindo décima edição, se dará simultaneamente no eixo convidamos todos a celebrar conosco esta empreitada nascida em 2004, no Teatro de Arena e em outras esquinas, que agora conta com o incentivo do Programa VAI 2007, tendo distribuição gratuita à 50 bibliotecas públicas da cidade. Tanto pra quem estiver em Sampa como no Rio, ambos com entrada franca.
Se acheguem!!!
www.poesiamaloqueirista.blogspot.com
evoé!!!



Saturday July 28th 2007, 12:36 am
Arquivado em: O Autor na Praça escrito por Paloma Kliss

recebe

 O jornalista Moacir Assunção

autografando o livro

Os homens que mataram o facínora - A história dos grandes inimigos de Lampião

No dia em que se completa 69 anos do massacre de Angico-SE, onde morreram Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros, recebemos o jornalista e escritor Moacir Assunção, autografando o livro Os Homens que mataram o facínora – A história dos grandes inimigos de Lampião, recém lançado pela Editora Record. Na ocasião haverá a exposição “Lampião uma viagem pelo Cangaço”, que faz parte do projeto Dana Cultural, que reúne infográficos com textos, ilustrações, fotos raras e históricas de um dos mais famosos personagens da história nacional.  Contaremos com a participação do cartunista Júnior Lopes realizando caricaturas e do artista plástico Rômulo Alexis com uma pintura performance niilista. O Grupo Lira dos Autos, da cidade de Osasco, participa do evento às 18h, com apresentação de danças e músicas relacionadas ao cangaço e sobre a cultura popular brasileira e o ator Jeancarlo Mastronardi participa caracterizado de cangaceiro. Mais Informações abaixo.

 

Serviço:

O Autor na Praça em tarde de autógrafos com o jornalista Moacir Assunção.

Espaço Plínio Marcos – Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Pinheiros

A exposição será instalada  na sede da Associação que fica na Praça, número 112.

Dia 28 de julho de 2007, sábado, a partir das 14h

Entrada Franca - Informações: Edson Lima - Tel. 9586 5577 / 3746 6938

Realização: Edson Lima, Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto e Dana Brasil.

Apoio: Dana Albaruz - Brasil, Restaurante Consulado Mineiro, Max Design, Cantinho Português, Jornal da Praça e TV Tupinikim (www.tvtupinikim.com.br) .

 

Sobre o livro – “Cada macaco ou inimigo que tombar na boca do meu fuzil é um segundo de vida a mais que eu vou ter.” — frase atribuída a Lampião, na Bahia.

 

O rei do cangaço no sertão. Capitão Virgulino Ferreira, ou Lampião, já teve sua vida — e morte — cantada em prosa e verso nos cordéis do interior brasileiro. Mas e seus perseguidores? Como eram os homens que integraram as volantes responsáveis por rastrear e matar nosso mais célebre bandoleiro? Suas idéias, sonhos e ambições… Em OS HOMENS QUE MATARAM O FACÍNORA, o jornalista Moacir Assunção revela, depois de uma pesquisa de mais de uma década, as verdadeiras motivações por trás dessa cruzada. “Como os inimigos de Lampião são personagens muito interessantes, alguns militares importantes que participaram de várias revoluções, quis levá-los para o centro do palco”, explica o autor. Ainda que o livro retrate um fenômeno dos anos 1920 e 30, Assunção faz freqüentes paralelos com os tempos atuais, como comparar a atuação de Lampião com a dos traficantes de drogas. O jornalista também afirma que a polícia paraibana se espelhou recentemente nas volantes, para formar grupos de militares voltados à perseguição de novos bandoleiros. OS HOMENS QUE MATARAM O FACÍNORA esmiúça, ainda, as brigas de famílias que mataram dezenas de pessoas no cangaço e explica a ‘acomodação’ de Lampião, que não cumpriu a promessa de matar seus principais inimigos por uma questão estratégica. “O cangaço virou uma profissão em que os riscos eram rigorosamente calculados”, conta Assunção. Saiba mais sobre Lampião e o cangaço no sítio oficial: www.infonet.com.br/lampiao.

 

Sobre o autor – Moacir Assunção, repórter de política do jornal O Estado de S.Paulo e professor nos cursos de Jornalismo e Publicidade na Universidade São Judas Tadeu, é jornalista profissional desde 1990, com pós-graduação em Ciências Sociais. Especialista em história militar e dos movimentos sociais, colabora em diversas publicações com reportagens nestas áreas. Pesquisa o tema cangaço há dez anos e se tornou o jornalista brasileiro que mais escreveu sobre o tema em veículos tão distintos como as revistas IstoÉ, Já (dominical do Diário de S.Paulo), Problemas Brasileiros e Revista dos Bancários e os jornais O Estado de S.Paulo e Diário Popular (atual Diário de S.Paulo). Também autor do livro de poesia Rebento, pela Editora Scortecci, Assunção é diretor de Finanças do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo e tem como outros temas de pesquisa a história de São Paulo e de fatos históricos como a Guerra do Paraguai, a Revolução de 1924 e o Anarquismo no Brasil. Para escrever Os Homens que Mataram o Facínora, fez três viagens ao Nordeste e pesquisou boa parte da bibliografia existente sobre o tema, além de entrevistar pelo menos 50 pessoas entre inimigos de Lampião ainda vivos, ex-cangaceiros, ex-policiais, coiteiros (protetores) e descendentes. Todos os sete estados por onde passou Lampião e seus cangaceiros foram visitados por ele e pelo repórter-fotográfico Nário Barbosa. Ainda neste ano está previsto o lançamento de uma biografia do líder comunista Luiz Carlos Prestes pela Editora Lazuli e um outro com visões inéditas da Guerra do Paraguai deverá ser lançado no próximo ano, ambos de autoria de Moacir Assunção.

 

Sobre Júnior Lopes: http://fotolog.terra.com.br/jugular:32

 

Sobre Rômulo Alexis: www.flickr.com/photos/romuloalexiswww.fotolog.com/romuloalexis

 

Sobre a exposição Lampião, uma viagem pelo cangaço reúne infográficos com textos, ilustrações, fotos raras e históricas de um dos mais famosos personagens da história nacional. A mostra é composta por 24 painéis com 70 imagens de Lampião e de diferentes cangaceiros, volantes e locais por onde o bando passou. Patrocinada pela Dana – um das maiores fabricantes de componentes automotivos –, a mostra é fruto da pesquisa da jornalista Vera Lúcia Ferreira, neta de Lampião, e do historiador Antônio Amaury Correia de Araújo. A exposição faz um relato imparcial da trajetória do cangaço e revela aspectos pouco divulgados sobre Lampião e seu bando. “Lampião, uma viagem pelo cangaço” faz parte do projeto Dana Cultural, um dos principais cases de marketing cultural do Brasil. Desde sua criação, em 1996, já promoveu centenas de exposições em vários estados, em espaços como estações de metrô, montadoras de veículos, centros culturais e shoppings, entre outros. De acordo com Luciano Pires, diretor de Comunicação Corporativa da Dana, o objetivo das exposições é popularizar a cultura, oferecendo ao público a oportunidade de saber um pouco mais da História e origem de seu País, e conhecer a natureza e costumes típicos de algumas regiões. Saiba mais sobre a exposição: www.uol.com.br/lampiao



Um presente para o gueto
Tuesday July 24th 2007, 10:38 am
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Cartografia Literária
Thursday July 19th 2007, 4:00 pm
Arquivado em: sarrafo escrito por Paloma Kliss

é hoje:

CARTOGRAFIA LITERÁRIA
O projeto procura realizar um mapeamento dos coletivos literários em atividade na cidade de São Paulo. Nos encontros, representantes dos grupos convidados conversam com o público sobre suas experiências e criações em Literatura. Ao som de uma campainha, o público participa do evento no ‘entre aspas’, microfone instalado na Convivência do SESC Consolação. Os leitores, poetas e outros manifestantes da platéia tem um minuto para cada intervenção. Hall de Convivência.

SAMPA
O Serviço Ambulante Músico Poético Alternativo formou-se a partir de experiências em oficinas de poesia onde os participantes se conheceram. Atualmente, o grupo procura divulgar sua produção em revistas, panfletos e meios alternativos em geral. Apresentação de sonoridades nordestinas, literatura de cordel e intervenções poéticas com o grupo Candeeiro Incendiário. 1 Grátis
Dia(s) 19/07 Quinta, às 19h.
SESC Consolação



Thursday July 19th 2007, 10:18 am
Arquivado em: Poetando escrito por Paloma Kliss

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Thursday July 19th 2007, 10:13 am
Arquivado em: sarrafo escrito por Paloma Kliss

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José Arrabal e Histórias do Japão
Thursday July 19th 2007, 10:07 am
Arquivado em: sarrafo escrito por Paloma Kliss

Nesta quinta-feira, 19 de julho,

a convite da Editora Fundação Peirópolis

estarei na Livraria da Vila

[ R. Fradique Coutinho, 915 / Pinheiros - SP/SP ]

falando de Literatura e Educação.

Conto com sua presença.

Será uma satisfação. Vamos nos encontrar,

trocar idéias por um sentido melhor,

mais feliz e  mais fraterno em nossa sociedade.

Decerto você é bem-vindo

em meus sentimentos de escritor!

Com firme estima,

abraço amigo

José Arrabal

José Arrabal é professor universitário, jornalista e escritor, autor de histórias para crianças, contos, novelas e romances. Entre suas obras, sobressaem “O Nacional e o Popular na Cultura Brasileira: Teatro” (Editora Brasiliense), “A Princesa Raga-Si”, “O Livro das Origens”, “Lendas Brasileiras, Vol 1/Vol. 2” e “Cacuí O Curumim Encantado” (Editora Paulinas), “A Ira do Curupira” (Editora Mercuryo Jovem), “O Noviço”, “Demeter, A Senhora dos Trigais”, “O Monstro e a Mata” e “O Nariz do Vladimir” (Editora FTD), “Anos 70 - Ainda Sob a Tempestade” (Aeroplano Editora) e 

“Histórias do Japão” (Editora Fundação Peirópolis).

Editora Fundação Peirópolis
Rua Girassol, 128_ Vila Madalena
05433-000_ São Paulo_SP
T 55 11 3816-0699 

Fax 55 11 3816-6718



Boteco do Tulípio
Monday July 16th 2007, 2:32 pm
Arquivado em: Bar escrito por Paloma Kliss

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O Tulípio abriu um Boteco e lançou revista.

A autora do blog está modestamente sentada

na mesa 3, Uterus Solitárius no Boteco.

http://tulipio.uol.com.br/menulateral_mesa_03_paloma.htm

 



Monday July 16th 2007, 2:07 pm
Arquivado em: Caderno Remoto escrito por Paloma Kliss

O sabonete oferece celebridades …

o garoto propaganda do banco diz que o dinheiro saiu a pé e voltou de carro. Você tem um estilo, mas a loja de departamento tem todos! Inteligentes, modernos, avançados, urbanos que precisam de quê? Desejos na vitrine. Temos lombo, barriga, umbigos, big brothers, serviços 30 horas, fetiches neo hippies, neo yuppies, neo o quê ? Quais são as novidades descartáveis de hoje?

On line, full time, fast food. Massa recheada de pseudas vantagens. Personalité. Self – service, o self serve-se de quê? Slogans bem bolados nos vendendo nacos de carniça, guerras santas, faixas de gaza, algozes politicamente corretos, torturados, mártires e supostos redentores. Almejando ou não os quinze minutos de fama, o fato é que, todos nós estamos nos bastidores. É a nossa carne que está em cartaz nesse açougue high tech globalizante.

Risco Brasil, déficitis, superávits, índices, juros, cotações, mercados irritados regendo politarados. Economia estável = a mais postos de trabalho. Será? Cadastre seu currículo e espere uma resposta, os especialistas em recursos humanos julgarão sua empregabilidade. Inserido no sistema, decida logo o que vai fazer com seu próximo minuto, a vida é agora.

Pague as grifes de suas roupas, a marca do seu cigarro, as prestações, as dívidas, os vícios, as putas, as culpas, depois use um desodorante afrodisíaco e saia por aí cometendo outros pecados. Ilusão de status, isso sim, não tem preço. A felicidade é um e -comprimido, o engula e sinta como o toque é bom, como olho no olho é bom, como dançar é gostoso. Artificial e, ainda assim, dis-po-ni-bi-li-da-de. Experimenta, aproveite os efeitos colaterais. Sua vodka precisa ser pura, não você. Não pense em atear fogo ao próprio corpo na frente do Palácio do Planalto, ame muito tudo isso, keep walking anônimo, atordoado, antes de ser deglutido e descartado.

De qualquer modo a omissão ao mundo é insuportável, há as questões de autoria inalienável, não alienante, aliada, à favor de. O que às vezes inclui “estar contra”, negar a impotência afirmando a vida. Gerúndios que nos tornam no que somos. Conflito otimista-pesimista em várias ordens, intensidades, graus. Afectos, connatus. A escritura da Hilda Hilst tem pontos de conexão saborosos com as propostas do Delleuze, do Spinoza. Fico imaginando todos eles juntos conversando e eu ali, horas, ouvindo as maravilhas que também residem nas aparentes desventuras. Doar sentidos… Lua cheia, xamãs, deuses, especiarias vestidas de outrens por toda parte, pelos poros.

Você consegue fazer alguma coisa sem dinheiro? O que você consegue fazer sem dinheiro ? “Poesia não compra sapato. Mas como andar sem poesia?” Explicações: não haverá País nenhum. Não verás pais nenhum. Eu sai pra ver com uma mulher que estava re-vendo e voltei com conjuntivite. Ler na presença física e viva do próprio autor, um texto inédito aos meus olhos jovens. Não verás pais nenhum, não veras Vera Fischer nenhuma, foda-se, eu não mandei calar a boca, mas devia.

Ela contou que foi ao cinema, três horas assistindo a Paixão de cristo. A Paixão de cristo está em cartaz há quase três mil anos e eu acho que quero ter um cachorro chamado Judas. O Word que é o programa do Windows, que é do Bill Gates, corrige automaticamente o que considera incorreto na digitação alheia. Cristo só fica em maiúsculo no começo da frase, mesmo se quiser deixar minúsculo, mas se o cristo estiver no meio da frase – disfarçado - passa minúsculo mesmo. Judas é maiúsculo no começo da frase, se o Judas estiver no meio, o Word corrige imediatamente para maiúscula, independente da vontade do usuário do produto do Gates, que sempre é maiúsculo e multi-milionário. Entendeu?



Monday July 16th 2007, 1:41 pm
Arquivado em: Balangandãns no pensamento escrito por Paloma Kliss

NÓIA

da cidade trapo, traça, cinzeiro

massa arga-massa

concreto / cimento

 

em seu transe apático

multidão corre-corre

atrás do pão de cada dia

e do café pequeno

 

 

 

TECER

poesia

URBANA

 

 

 

(Sem bucolices)

 

NÓIA me MOENDO

CROACA/ENGRENAGEM

 

- o cheiro de mijo dos guetos –

contrastes / PARADOXOS / contra-tempo

 

 

tropa de choque poético

 

marchando rima dissonante - murmurinho (in)conveniente

 

a atiçar o passeio público